AFRICANO PAGA, MAS NÃO ENTRA! COMO AS LEIS ALIMENTAM O EXTRACTIVISMO DE ESTADO, E DEIXAM ESTUDANTES À MERCÊ DE PRÁTICAS EXTORSIVAS
Enquanto o debate público sobre imigração se polariza, em torno de narrativas racistas e securitárias, o negócio das fronteiras soma e segue. E se lá atrás envolveu régua e esquadro, à medida de ganâncias imperiais, agora movimenta carimbos que reproduzem dinâmicas coloniais. A história do gambiano Momar Abdoulie Njie escancara as perversões de um sistema que transforma políticas de vistos em instrumentos extractivistas, que, sob o alto patrocínio do Estado, tanto alimentam redes criminosas como instituições públicas e privadas. É automático. Automático a exemplo dos mecanismos consulares que, em vez de darem resposta aos pedidos de esclarecimento do Afrolink, acrescentam novas camadas de encriptação.
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Uma rede exclusivamente direccionada a pessoas africanas, afro-portuguesas, afro-brasileiras e afrodescendentes com negócios.
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O Tal Podcast
Um programa semanal onde cabem todas as vidas, emocionalmente ligadas por experiências de provação e histórias de humanização.
O espaço cultural Mbongi67, em Monte Abraão, recebe, no próximo dia 15 de Agosto, a partir das 16h, a Aula Magna “A Educação que Queremos para a África que Esperançamos: Un analizi kritiku desdi txon di Kabuverdi”, proferida pelo sociólogo e educador panafricanista Alexssandro Robalo. Promovida pela 16.ª Konferénsia Panafrikanu di Lisboa, a iniciativa integra a programação da III Marxa Cabral, agendada para 12 de Setembro.